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Este espaço foi criado para que este grupo, que se reune para cozinhar, trocar experiências e ter encontros agradáveis, possa deixar registrados os principais momentos!
Esperamos que gostem e que aproveitem as dicas!
Um abraço,


Confraria Curitibana de Gastronomia - 2009
Ano 6º

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quinta-feira, 20 de agosto de 2009

CONFRARIA E A POLENTA


Ovo pochê sobre polenta e manteiga de trufa

A cada confraria um de nós tem que definir o cardápio. Pensamos, olhamos em livros, conversamos e tentamos não repetir receitas, exceto a tal da polenta, que já apareceu várias vezes. Bem certo que sempre de roupa nova, mas está lá no cardápio com freqüência. Na última vez, a Telma fez uma polenta de quirera com champignon, e agora sugeri polenta mole com manteiga de trufa e ovo pochê. Aquele impasse. Vamos repetir a polenta? Depois de algumas experiências com cremes de outros ingredientes para combinar com a manteiga de trufa e o ovo, decidimos mesmo pela polenta. Realmente ficou uma delícia.


Preparo dos ovos

Tivemos como prato principal: Lombo de cordeiro recheado com espinafre, champignon e pinoli, que veio acompanhado de batata à boulangère, também chamada de batata do padeiro. Antigamente somente os padeiros possuíam fornos grandes. Nesta época levava-se às boulangeries (padarias) um cordeiro acompanhado destas batatas para serem assadas. É parecido com o gratin de batatas, mas sem o creme de leite. A batata é fatiada, cozida juntamente com um pouco de cebola, alho poró e caldo de galinha, e o cozimento termina no forno.


Montando o prato de cordeiro com batatas


Lombo de cordeiro recheado com batatas à boulangère



Como sobremesa, fiz uma releitura de Romeu e Julieta: Tatin de goiaba e sorvete de queijo de minas. As goiabas eram de uma goiabeira da casa dos pais do Aldo.

O jantar desta vez foi na minha casa, sendo eu a chef da noite. Luiz como sempre procurou vinhos para harmonizar com os pratos. Ovo com trufa é difícil, mas foi bem com um Sauvignon Blanc italiano, Jermann, 2006. O prato principal foi acompanhado por um tinto português, Luis Pato - Vinhas Velhas 2005, e a sobremesa por um Sauterne: Reine Vigneau 2001.














Além dos confrades (Aldo, Fernanda, Telma, Élcio, Luiz e eu), convidamos para participar Marian Guimarães, Jussara Voss e Romildo. Foi uma noite muito agradável.



quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

VINHOS DA CONFRA DE JANEIRO

Foto Jussara Voss



Procuramos nas nossas reuniões da confraria harmonização entre os vinhos e os pratos, e vinhos de bom custo-benefício. Algumas vezes dá certo e em outras não. Desta vez tudo deu certo.

Iniciamos com espumante 3B da Felipa Pato, rosado. É um espumante português muito agradável, com bom corpo e boa acidez. Importado pela a Porto a Porto custando entre R$40,00 e R$50,00. Felipa Pato é uma jovem produtora de vinhos e filha do produtor da Bairrada, Luis Pato. Seus vinhos são muito interessantes e geralmente não são caros.

Com a entrada tomamos um branco da região do Friuli, norte da Itália – Jermann – Sauvignon Blanc – 2007. Este vinho foi considerado o melhor branco pela revista Gula. É importado pela Cellar e custa entre R$60,00 e R$70,00.

O tinto que harmonizamos com a carne foi um do Languedoc-Roussillon. Região da França próxima à Provence – Renaud de Valon 2007. Importaddo pela Importadora Decanter e custa R$70,00. Vale a pena, pois é difícil encontrar vinhos franceses com preço acessível.

Finalizamos com um Madeira Justino’s, 1995 também da Porto a Porto.